quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Depois de mim, uma amiga muito querida também vem tentando engravidar. Foi interessante observar que, enquanto acompanhava o meu caso, ela apoiava plenamente nossa condução e endossava todos os princípios da saúde baseada em evidências envolvidos.

Agora, vivenciando a questão na própria pele, me disse algo revelador: que o lado emocional já não permitiu a mesma postura. Sentiu-se puxada por uma força difícil de explicar, a tentar tudo, a se submeter a tudo, a não deixar escapar nenhuma chance.

É óbvio que entendo isso — eu mesma senti o mesmo inúmeras vezes. E isso apenas reforça algo que, para mim, vai além de uma preferência: é uma necessidade. Cabe aos profissionais oferecer sensatez e tranquilidade nesses momentos, informando com clareza e auxiliando genuinamente nas tomadas de decisão.

Eu consegui calibrar muito por conta própria, mas com apoio profissional isso se torna mais viável — e, mais do que isso, confere ao processo decisório um caráter verdadeiramente profissional.