E, com isso, o plano é estar muito menos por aqui, na expectativa de curtir a gestação e seus desdobramentos. Com expectativa de que entidades como a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, ou a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, ou mesmo o Ministério da Saúde, abracem essa responsabilidade de bem informar pessoas que desejam filhos no Brasil, e enfrentam dificuldades. Ninguém de peso está fazendo isso nacionalmente!
Tivemos combustível para várias tentativas graças a um planejamento baseado em pés no chão e racionalidade. Gastamos bastante, mas poderia ter sido pior financeiramente caso gastássemos mais em menor período de tempo, eventualmente inviabilizando a tentativa que deu certo.
Graças a um planejamento baseado em pés no chão e racionalidade, evitamos muitas fantasias e desgastes que decorreriam delas, alguns elencados ao longo deste trabalho. Sobre essa perspectiva, queremos agradecer ao médico que atuou como consultor à distância e nos ajudou nas tomadas de decisões, tirando enorme peso das nossas costas.
Foi um Blog anônimo e ideia, antes de iniciar o rascunho que deu origem a esta postagem, era identificação. Realizei, no entanto, que cairia na armadilha de lacrar a partir do resultado. E, em respeito a todas as mulheres que tentam e não chegam lá (o que poderia ter acontecido comigo), estou decidindo pela manutenção do anonimato. Faço isso em valorização da incerteza. Não há exatamente vencedores nessa história! E quem não entendeu isso, volte ao início do Blog para detalhamento e exemplos!
Como síntese, e um atrevido conselho a futuras clientes da Medicina Reprodutiva, eu diria para que não se procure a decisão que será A certa. Não temos controle sobre o "estar correto", anda mais nessa questão da fertilidade. Devemos focar na razão (científica).Boa sorte (acaso). Também a mim, meu marido e nosso filho.
