Na experiência de hoje, a conclusão é de que etapas haviam sido puladas. É necessária avaliação diagnóstica adicional. Entre outros exames, foi solicitada dosagem sérica de alumínio.
Não tenho fatores de risco ambientais, ocupacionais ou clínicos para acúmulo de alumínio. Conhecendo um pouco o fantasioso cenário, perguntei se não poderia partir direto para "soluções", se é que já não as adotava:
Já não tomo refrigerantes. Então já tenho pouco contato com bebidas em latas de alumínio. Evito há muito tempo ultra-processados. Raramente recorro a marmitas em embalagens de alumínio, mas estarei atenta para jamais acontecer.
Propus investir mais em produtos orgânicos também.
Fui ainda mais longe e propus revisar em casa os armários da cozinha e afastar eventuais panelas e utensílios de alumínio. Disse que eliminaria os desodorantes também. Pensei em mentir ainda em relação ao batom, mas acabaria esquecendo. Se por falta de opção escolhesse este profissional aqui, acabaria retornando com algum bem chamativo. Afinal, não dispenso meus batons!
No que dis respeito às vacinas, lembrei de suas falsas polêmicas também. Entretanto, sequer cogitei incluir a questão na minha lista de "mentiras do bem". A questão da vacinas já ultrapassou todos os limites. É um assunto que precisa ser levado extremamente a sério dos dias de hoje.
Apesar de tudo, não adiantou: o profissional não abriu mão da dosagem de alumínio. Estamos quase em julho, mas vou continuar buscando outro médico. Complicado é que corro contra o tempo...